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Nascido em São Luís do Maranhão no início da década de 1980, Inke é artista visual, grafiteiro e comunicador popular. Seu nome nasce da junção da palavra inglesa ink (tinta) com a inicial do seu segundo nome, Eduardo. Iniciou-se no graffiti em 2003, após participar de uma oficina do Grupo de Dança Afro Malungos, e desde então a rua e a cultura hip-hop se tornaram forças motrizes do seu trabalho. Ao longo de mais de duas décadas, mistura o digital e o analógico, transitando entre spray, 3D e arte urbana, desconstruindo clichês do cotidiano e criando uma estética marcada pela chita, símbolo de identidade visual e memória cultural.

Inke

Inke entra no MAPA como quem desenha com a própria vida o mapa do Maranhão urbano, popular, colorido e resistente. Seu trânsito entre graffiti, 3D, VJing e arte digital transforma paisagens cotidianas em fabulações visuais, sempre conectadas à memória negra e à cultura hip-hop. Dentro do MAPA, enfrenta o desafio de grafitar sua arte de uma maneira diferente da que está acostumado: sem spray e sem muros ou paredes. No lugar das tintas, luz e movimento.

Ao imaginar a viagem de dona Biloca pelos trilhos da Carajás, Inke devolve humanidade ao percurso, reencena a ferrovia como território afetivo, onde avó e neto se encontram através da memória animada. Sua importância para o projeto está na capacidade de misturar alegria e crítica, tecnologia e afeto, tornando a ferrovia um espaço de imaginação, acolhimento e pertencimento.

“A curiosidade me levou para a capoeira, para o design, para a arte digital — e é ela que continua guiando cada giro de chave do meu trabalho.”

Artista Visual e Grafiteiro
Maranhão